Há 150 anos nasceu Sir Arthur Conan Doyle, autor da série dos livros de Sherlock Holmes. Personagem considerado quase vivo, muita gente chegou a achar de Sherlock Holmes realmente existia e morava na Baker Street, 221b, em Londres. John Watson, companheiro de muitas (mas não todas) investigações , surge logo na primeira história, “Um estudo em vermelho”. Sherlock Holmes, personagem intrigante, de extrema vivacidade e inteligência, era químico e físico – e viciado em cocaína. Já em sua primeira história o personagem utiliza da droga em suas “reflexões” sobre os achados de Watson, durante as quais toca violino diante da lareira de sua sala. Além das histórias de Sherlock Holmes, Conan Doyle escreveu muitos outros livros (peças de teatro, ensaios, ficção, trabalhos gerais sobre guerra e espiritismo), além de ser adepto e divulgador do espiritismo e cirurgião durante a guerra dos Boers na África do Sul.
As histórias de Sherlock Holmes se baseiam em lógica, dedutivismo, e abordagem científica para a resolução dos enigmas, temas diretamente ligados à filosofia positivista de Augusto Comte, à moda na época (fim do século XIX – início do século XX). A cocaína só passou a ser considerada uma droga ilegal a partir de 1930.
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