Grupo de pesquisadores da Universidade de Stanford realizou experimentos para “reverter o processo evolutivo” do peixe esgana-gata (Gasterosteus aculeatus). A espécie de água doce não apresenta estruturas como as barbatanas pélvicas e placas ósseas externas, presentes no ancestral marinho. Os experimentos de biologia molecular conseguiram identificar a parte do genoma do peixe que “controla” a expressão gênica destas estruturas. Como resultado, a espécie de água doce voltou a apresentar as estruturas perdidas. Uma das implicações dos resultados obtidos é que “grandes transições evolutivas, como a perda ou o ganho de membros, podem ocorrer sem alterações na sequencia de um gene e em um só passo, e não por pequenas mutações, como prevê o darwinismo padrão”. A reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo, na edição deste domingo (14/06/2009), pode ser lida na íntegra aqui.
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