Artigo “Muito calor, pouca luz” publicado na última edição da revista “Pesquisa FAPESP” ainda discute o aumento de 56% da produção científica brasileira no biênio 2007-2008. O artigo destaca novamente o aumento de publicações indexadas pela base de dados ISI Web of Knowledge, inclusive de revistas brasileiras (de 26 em 2006 para 103 em 2008). Tal argumento é reforçado pelas ponderações do Prof. Rogério Meneghini, coordenador científico da biblioteca eletrônica SciELO: “o que cresceu foi a visibilidade da pesquisa brasileira, impulsionada pela inclusão de periódicos científicos nacionais, que tiveram a qualidade reconhecida pela Thomson Reuters”. Já a Dra. Jacqueline Leta, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e especialista em cientometria, justifica o aumento na produção científica do Brasil como sendo decorrência do aumento dos investimentos em recursos humanos, como de bolsas de estudo e o acesso de mais pesquisadores à programas de pós-graduação e aos periódicos internacionais.
fonte: artigo “muito calor, pouca luz” publicado na Revista “Pesquisa FAPESP on-line” de junho de 2009.
Mesmo assim, o artigo considera que a produção científica brasileira tem aumentado significativamente nos últimos anos. Por exemplo, o SCImago Journal and Country Rank indica que em 2007 o Brasil ficou em 15º lugar na classificação dos países com maior produção científica.
Já o Professor Hernan Chaimovich, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, argumenta que ainda é cedo para se medir o aumento dos investimentos em ciência e tecnologia na produção científica do Brasil. Mas chama a atenção para o fato de que o número de doutores formados por ano no Brasil vêm decrescendo.
O artigo, de autoria de Fabrício Marques, pode ser lido na íntegra aqui.
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