Pesquisa irregular = prisão

preso

Dois pesquisadores brasileiros, Fabrício Aníbal Corradini e Agnaldo Silva, alunos de pós-graduação do Instituto de Geociências da UNESP de Rio Claro, bem como três pesquisadores norte-americanos, da Universidade do Arizona, foram presos em flagrante coletando amostras de solo de lagoas da Baía Vermelha, região de preservação permanente da Serra do Amolar, no pantanal sul-mato-grossense. Após pagar fiança de R$ 1.500,00 os brasileiros foram liberados. O caso constitui crime contra o patrimônio público, “na modalidade de usurpação, produzir bens ou explorar matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pela lei 8176/91. A pena prevista é de 1 a 5 anos de prisão e multa.

Esta notícia foi amplamente divulgada. Veja no Jornal da Ciência, no jornal O Estado de S. Paulo e na Folha de S. Paulo.

O professor Mario Luis Assine, do Departamento de Geologia Aplicada e coordenador do programa de Pós-Graduação em Geociências e Meio Ambiente prestou esclarecimentos ao Jornal da Ciência sobre o ocorrido. Veja aqui.

Interessante é a manchete do site da BBCNews/Oeste News.com.br: “Preso grupo que caçava pedras em MS para mandar aos EUA.



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