Artigo do jornalista Marcelo Leite, publicado na Folha.com, aborda este assunto tão importante com extrema pertinência e seriedade, deixando claro o que é ceticismo, quem são os céticos, e quem são os negacionistas.
Céticos de meia-tigela
Um dos assuntos mais discutidos aqui no Fórum de Mídia Global, organizado pela Deutsche Welle (variante alemã da BBC), tem sido como lidar com os chamados “céticos” do aquecimento global antropogênico (causado pelo homem). Jornalistas de ciência e ambiente, maioria do público no evento, se confessam exasperados com a desmedida projeção alcançada pelos profissionais da dúvida.
Uma das conclusões é que eles já começaram a ganhar mais atenção do que lhes é devida ao se tornarem conhecidos como “céticos”, coisa que a rigor não são. Eles têm certeza de que o aquecimento global antropogênico (AGA, para encurtar) não existe.
Ou, se o AGA existe, têm certeza de que é negligenciável. Ou, então, de que o AGA não afeta o clima da Terra mais do que as variações naturais do clima. Ou, ainda, de que o AGA pode ser positivo para a humanidade, de que nada se pode fazer contra ele, de que é uma conspiração de países ricos para impedir o desenvolvimento dos pobres, de que é uma conspiração dos pobres para arrancar dinheiro dos ricos, para prejudicar a competitividade da economia americana…
Numa palavra, eles vivem de levantar dúvidas –na cabeça dos outros. Não mereceriam, por isso, ser chamados de “céticos”. O correto seria denominá-los “contrários”, ou “negacionistas”. Céticos de verdade são, ou deveriam ser, os cientistas e os jornalistas, cujas atividades poderiam bem ser descritas como ceticismo organizado.
A maior paulada na reputação dos negacionistas, contudo, não partiu de Bonn. Está num artigo publicado ontem no periódico científico “PNAS”, da Academia de Ciências dos Estados Unidos. Nele, quatro pesquisadores das universidades de Stanford (EUA) e de Toronto (Canadá) mostram que as credenciais científicas dos contrários são pífias.
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Não deixe de ler o artigo completo de Marcelo Leite, aqui.
Categorias:ciência, educação, informação
Quando vi no Youtube o discurso daquela garotinha, a Severn Suzuki, chamando a atenção de marmanjos sobre o que estávamos fazendo com o Planeta é que parei pra pensar que temos um prolbema imenso de logística de resíduos, e nossa educação tá fora da gravidade desse problema, encharcam-nos de coisas estúpidas pra nos alienarmos no dia-a-dia enquanto pregam-nos “salvação” e vamos nos destruindo aceleradamente.
Pessoal, vamos cair na real. O Planeta não suporta a estupidez como que estamos convivendo hoje com a nossa casa Terra.
Quando procuramos informação encontramos o descaramento de ver invadidos por medíocres endereços úteis à nos, abri a tela do computador pra procuar um livro de matemática que fala sobre Matemática, Número Primo, Natureza; e o que acham que vem infectando o blog do autor do livro? Venda de Bíblia! às custas do esforço de quem quer nos informar? Onde nós chegamos? Isso é uma palhaçada. Crença nenhuma livra a gente de nada. Quando precisamos temos que recorrer a helicópteros, nós mesmos, hospitais, é o que nós produzimos com nosssos esforços é que nos livra. Não podemos ser mais levados por pensamentos ridículode quantos não fazem nada por nós, a não ser pegar nosso dinheiro de todas as maneiras, desonestas como essa que vi aí. Estamos vendendo coisas caídas como se fossem e estivessem bonitinhas. Sabemos que não é assim que vamos conseguir fazer alguma coisa por nosso Planeta. Isso desgasta nossa paciência.