Este é o título de artigo publicado na última edição da REVISTA USP, número especial organizado por Carlos Henrique de Brito Cruz, professor do Instituto de Física da UNICAMP e diretor científico da FAPESP. Os autores do artigo são:
Carlos Joly, Célio F. B. Haddad, Luciano M. Verdade, Mariana C. de Oliveira, Vanderlan Bolzani e Roberto G. S. Berlinck
Resumo
A biodiversidade resulta de milhões de anos de evolução biológica e é o componente do sistema de suporte à vida de nosso planeta. Além do valor intrínseco de cada espécie, seu conjunto, bem como o de interações entre espécies e destas com o meio físico-químico, resultam em serviços ecossistêmicos imprescindíveis para manter a vida na Terra. Sendo assim, a ciência da biodiversidade é amplamente reconhecida como área prioritária de investigação científica, tanto nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento.
No Brasil, a pesquisa em biodiversidade pode ser dividida em três principais vertentes: 1) descoberta e caracterização da biodiversidade, inclusive marinha e em paisagens alteradas – sistemática e taxonomia; 2) compreensão do funcionamento de ecossistemas e serviços ambientais, inclusive marinhos e em paisagens alteradas; 3) bioprospecção da quimiodiversidade da biota brasileira.
O PDF do arquivo pode ser baixado livremente, aqui (13,7 Mb escaneado).
Categorias:biodiversidade
A evolução temporal de um bioma entra na parte de caracterização?
[]s,
Roberto Takata
Parabéns pelo artigo, Roberto!
E bacana vc disponibilizar a íntegra aqui! 🙂
Oi Sibele,
Obrigado. Mas quem ler o artigo com atenção verá um parágrafo quase repetido, com uma frase a mais. Este é um dos problemas quando não se pode checar as provas tipográficas.
Tudo de bom,
Roberto
Rsrs, Tuitei esses dias uma mensagem que recebi por email, de um editor:
Der Druckfehler ist nichts anderes als einer der belanglosesten Beweise für die Unvollkommenheit menschlicher Arbeit (Goëthe, carta para Eckermann, 12.3.1820).
A tradução:
O erro em original impresso é apenas uma demonstração banal da imperfeição do trabalho humano.
E então ele completava:
“Mas há quem diga que o erro em original impresso após todas as revisões é demonstração definitiva da existência do demônio…”
Mas em muitos casos, acho que o diabo é mesmo a falta de revisões…
Muito bom.
Bem vindo de volta de férias, Roberto. Bom voltar a encontrar seus textos. Depois da sua série sobre plágio virar tema da nossa reunião pedagógica na UNEMAT, esse texto irá ser leiteira obrigatória para meus alunos interessados em comunidades.
Oi Eduardo,
Que bom saber que os textos estão sendo úteis. Fico contente. O artigo escrito pela “galera” do BIOTA-FAPESP foi uma experiência única. Tivemos que escrever muito rápido. Prazos, sabe como é.
abraço,
Roberto